Hoje é o dia da liberdade de pensamento, e nada melhor do que falarmos sobre o jornalismo. Entretanto, não posso falar de jornalismo, sem citar a não obrigatoriedade do diploma de jornalista, que o Supremo Tribunal Federal derrubou no dia 17/06. A princípio fiquei preocupada, mas, percebi que isso não muda e não mudará nada. A única coisa que mudou é que acendeu mais a minha paixão por essa profissão, e o desafio aumentou.

Sinceramente, acho que o verdadeiro jornalista é aquele que tem vocação, paixão, entusiasmo pela profissão, e não um diploma na mão. É importante? Sim. Claro que é importante cursar um nível superior, mas, isso não fará a diferença. Conheço muitos que se formaram em jornalismo, porém, não é jornalista.

A não obrigatoriedade não tirará o meu mérito de ser jornalista, pois, a cada dia a minha vocação será lapidada e isso fará a diferença. E quando disse que o desafio aumentou, é porque preciso ser excelente naquilo que faço e não ter apenas técnicas e/ou teorias dadas na universidade, mas, a curiosidade em aprender algo novo, a responsabilidade diante um fato, a ética e a moral entrelaçados na informação e o respeito com o leitor/ ouvinte/ telespectador.

Achei patética a decisão, embora pra mim não faz e não fará nenhum diferença, pois a liberdade de pensamento e de expressão continuarão acessas, até porque a própria constituição nos garante esse direito (Art. 5° Const. IV – IX)
E como diz o jornalista, Wagner Belmonte, “Jornalismo é, antes de qualquer coisa, uma escolha de vida, ou melhor, a escolha de vida”.

E essa é minha escolha!

Feliz dia da liberdade de pensamento! RS

AM

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